Currículo com IA — sem ficar genérico
O ganho da IA no currículo não é escrever do zero: é adaptar o mesmo histórico para cada vaga, usando as palavras que aquela vaga pede.
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Currículo feito por IA sem informação sua sai genérico e todo recrutador percebe. O uso que funciona é outro: você dá seu histórico real e a vaga, e pede a adaptação — porque o mesmo emprego se descreve de formas diferentes conforme quem lê.
O jeito que funciona
- Cole a descrição da vaga e o seu histórico, e peça para reescrever priorizando o que aquela vaga pede.
- Peça para transformar tarefa em resultado: 'atendia clientes' vira 'atendia 60 clientes/dia com 92% de satisfação'.
- Peça as palavras-chave da vaga que faltam no seu currículo — muitos filtros automáticos leem por elas.
- Peça uma versão de uma página, que é o que quase toda vaga espera.
O que não fazer
- Inventar experiência ou número: a entrevista desmonta em dois minutos.
- Aceitar adjetivo vazio como 'proativo e dinâmico' — ocupa linha e não diz nada.
- Mandar o mesmo currículo para tudo: é justamente o que a IA resolve.
Carta de apresentação
- Diga por que essa empresa e não qualquer uma — é a única parte que o recrutador realmente lê.
- Três parágrafos bastam: o que você faz, por que faz sentido ali, o que você quer.
Perguntas frequentes
O recrutador percebe que foi IA?
Percebe quando o texto é genérico e cheio de adjetivo. Com seus dados reais e adaptação à vaga, o texto é seu — a IA só organizou.
Serve para o primeiro emprego?
Serve bem: ajuda a transformar curso, projeto de faculdade e trabalho voluntário em experiência apresentável.
E o LinkedIn?
Mesmo caminho: cole seu perfil atual e peça a reescrita do resumo com foco no cargo que você quer.
Preciso pagar?
Não para começar — teste no campo acima sem criar conta.
Aprenda a fazer — cursos gratuitos
Aulas curtas e práticas da Brainiall Academy. Três cursos são abertos; os demais fazem parte do plano Pro.